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Polícia Federal e INPI se unem contra fraudes a depositantes de marcas e patentes

São cada vez mais frequentes os golpes aplicados aos depositantes de marcas e patentes no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Esses golpes normalmente utilizam os dados públicos dos processos que são publicados pelo INPI para chegar aos depositantes.

Um dos golpes mais comuns é o envio de boletos falsos para os titulares dos processos, cobrando taxas que, muitas vezes, nem existem. Alguns desses boletos utilizam inclusive o nome e o CNPJ do INPI. Mas é preciso ficar atento a outros golpes, como por exemplo e-mails e ligações informando que sua marca foi registrada por outra empresa e oferecendo serviços para que você não perca sua marca.

Apesar dos esforços do INPI para avisar que não envia boletos nem entra em contato com os titulares por e-mail ou telefone para fazer cobranças, muitos depositantes, com medo de perder suas marcas e patentes, acabam sendo vítimas de fraude.

Para combater essas fraudes, o INPI e a Polícia Federal firmaram um acordo para investigação de golpes relacionados ao INPI. As denúncias serão encaminhadas para a Polícia Federal e os dois órgãos irão levantar estatísticas sobre os golpes, facilitando o combate e a prevenção destes.

Sobre o Autor

Júlia Couto é analista de negócios da Pris. Mestre em Engenharia de Produção pela UFMG e especialista em Propriedade Intelectual pela LUISS Business School, trabalha com gestão estratégica e valoração de ativos de propriedade intelectual desde 2014. Vem participando da modelagem de negócio do Pris IP Suite, conjunto de ferramentas de gestão estratégica-operacional de ativos de PI desenvolvido pela Pris com o apoio da Fapemig.



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