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O modelo de gestão horizontal da Pris

Modelo de gestão horizontal da Pris

O modelo de gestão da Pris é totalmente inovador e diferente. Normalmente, empresas adotam estruturas tradicionais, cheias de níveis, cargos e departamentos. Porém, há alguns anos a Pris entendeu que, para podermos representar nossa cultura, nossos valores e nossa forma de pensar, era necessário um novo sistema de gestão horizontal, que gerasse justiça interna e que fosse mais dinâmico. Por isso, passamos a desenvolver nosso modelo de organização orgânica, através da lógica da Holarquia.

Entenda o conceito de holarquia

Em 2018 começamos a revisar a estrutura organizacional da Pris, utilizando o conceito de Círculos Aninhados. Este é um sistema de governança organizacional que busca distribuir o poder através de uma hierarquia de círculos (uma ‘holarquia’). Ao contrário da gestão tradicional, o poder não é dado às pessoas ou cargos, mas a papéis e círculos. 

O termo holarquia foi criado lá nos idos dos anos 1960, por um jornalista e pensador de nome Arthur Koestler. Ele escreveu uma obra, chamada The Ghost in the Machine, na qual discutia uma crítica à perspectiva cartesiana sobre a vida e sociedade. Em sua visão, as entidades da natureza devem, sempre, ser estudadas e tratadas ao mesmo tempo como um “todo” (independente) e como uma “parte” (de algo). Nesse sentido, criou o termo holon (expressão grega). 

Ao mesmo tempo, um holon se mostra como uma entidade isolada, mostrando sua realidade, seu jeito de ser e agir, mas também integra algo maior, e executa uma função nessa estrutura maior. E a cada nova estrutura maior que é composta, mais profunda e complexa é a realidade. O ser humano, por exemplo, seria um holon. Cada indivíduo é um universo em si mesmo, possui desejos, interesses e necessidades. Mas, ele também representa uma parte dentro dos grupos nos quais atua. E, claro, cada grupo também é uma unidade em si mesmo, mas também parte de algo maior (como uma sociedade).

Estrutura de papéis e Círculos

Pensando nessa perspectiva, construímos um modelo de gestão que busca a autonomia e a autogestão. A ideia central da empresa é gerar compromisso e responsabilidade em todos os colaboradores e todas as colaboradoras. Para nós, não basta a pessoa ser muito competente em sua área de atuação, ela precisa ter compreensão do modelo de gestão e se dedicar ao bem comum da empresa. Afinal, estamos falando de uma empresa baseada no conceito de atitude de dono, e na qual toda e qualquer pessoa pode se transformar, formalmente, em um sócio através de nosso plano interno de incentivo de longo prazo.

Papel

O elemento central para esse modelo de gestão é o Papel. Sua função é gerar um trabalho claro e objetivo para cada pessoa que trabalha na empresa, pois é o papel que esclarece o que a pessoa deve fazer, ou seja, “dá clareza ao trabalho e torna as expectativas sobre cada um explícitas”. 

Círculo 

Mas, não bastam papéis para o funcionamento ideal de uma estrutura como essa. Quando uma empresa começa a ter muitos funcionários e áreas de atuação, e a viver uma gestão mais complexa, cria-se um novo tipo de “papel”, chamado Círculo, que basicamente é a aglomeração de vários papéis que possuem propósitos próximos.

Por vezes, esse formato de Círculos e Papéis pode ser confundido com o modelo de cargos e setores de uma empresa normal. Porém, essa ideia é bastante enganosa. Papéis não são cargos e não podem ser “individualizados”, eles podem desaparecer a qualquer momento, podem mudar de Círculos, ou ser reescritos. Da mesma forma, novos Círculos podem ser constituídos, podem ser desconstruídos, podem ser repensados, etc. A ideia é que papéis e círculos sejam criados, alterados ou finalizados tendo em vista as necessidades da empresa, em uma evolução constante, sempre pensando nas necessidades do Círculo maior, que é a própria empresa.

Resultados de nosso modelo de gestão horizontal

Nossa estrutura horizontal de gestão, sem chefes, baseada em papéis e círculos, e super dinâmica, é um dos motivos de sermos tão bem sucedidos. Com esse ambiente de muita responsabilidade, mas muita independência e trabalho em equipe, geramos felicidade para nossos colaboradores e colaboradoras, conquistamos certificações e premiações nacionais, e alcançamos crescimento e resultados.

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Sobre o Autor

Leandro Rangel é analista de marketing da Pris. Mestre em Direito Internacional e graduado em Relações Internacionais pela PUCMinas, possui expertise nas áreas de docência e design instrucional, além de comunicação e inbound marketing. Atua na produção de conteúdo voltado ao marketing em temas como propriedade intelectual, remuneração e incentivos de curto e longo prazo.



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