Aqui você encontra todas as nossas publicações


5 aprendizados sobre Valoração de Tecnologias

Muito tem sido falado a respeito de técnicas e práticas de valoração de tecnologias em função do contexto de transferência de tecnologias e licenciamento de patentes entre empresas e também de instituições de pesquisa para o mercado. Por ter escrito artigos sobre o tema em 2008 e, desde então, ter visto aspectos mais práticos do processo de valoração a partir de experiências acadêmicas e na Pris, senti que era a hora de compartilhar um pouco desses conhecimentos com empresas e academia.

Nesse contexto, escrevi aqui os 5 aprendizados que tivemos sobre valoração de tecnologias em um formato prático e direto, que será disponibilizado nos meses de março e abril. Não tenho aqui pretensões acadêmicas, mas sim o objetivo de gerar conteúdo útil para pessoas que têm situações de valoração em seu contexto de trabalho. Vamos começar? Tenha uma ótima leitura! 

Em 2008, o Professor Leonardo Santiago e eu (Daniel Elói) escrevemos dois artigos que foram publicados na revista “Radar Inovação”. Os artigos foram escritos no contexto de nossas pesquisas no Laboratório de Apoio à Decisão e Confiabilidade do Departamento de Engenharia de Produção da UFMG.

O primeiro desses, “Avaliar x Valorar Novas Tecnologias: Desmistificando Conceitos”, discute as diferenças entre Avaliação e Valoração de novas tecnologias. No artigo, posicionamos a Avaliação como uma metodologia mais qualitativa e anterior à Valoração. Já a Valoração deve envolver aspectos quantitativos em sua análise e só deve ser realizada em contextos específicos, como situações de transferência de tecnologia, análise de riscos de projetos de pesquisa e desenvolvimento e também para a priorização de projetos de P&D.

Já o segundo artigo, “Métodos de Valoração de Tecnologias”, tem como objetivo discutir os principais métodos de valoração de novas tecnologias, além de métodos de valoração de empresas de base tecnológica (startups). No artigo nós abordamos quatro métodos de valoração (baseado nos custos passados, método dos múltiplos de mercado, fluxo de caixa descontado e opções reais), apontando os benefícios e limitações de cada um deles. Nossa principal conclusão foi que o método de Opções Reais seria, do ponto de vista técnico, o mais adequado para se valorar novas tecnologias, principalmente por permitir uma melhor análise dos riscos e da flexibilidade gerencial.

Sem dúvidas, pelo seu pioneirismo, estes artigos foram muito importantes como referência inicial para aqueles que vieram a trabalhar ou pesquisar sobre o tema. No entanto, como já se passaram mais de sete anos de sua publicação, senti a necessidade de publicar uma evolução do artigo para incorporar aprendizados e reflexões que tivemos em função de trabalhos práticos desenvolvidos ao longo desses anos.

Nesse contexto, escolhi 5 perguntas recorrentes em nossos cursos e trabalhos para guiar o artigo:

  1. Quando eu efetivamente preciso valorar uma tecnologia ou patente?

  2. Qual dos métodos de valoração tem sido mais assertivo nas valorações?

  3. Como posso calcular o valor de royalties?

  4. Como devo escolher o método de valoração?

  5. Qual a diferença entre valorar uma tecnologia e uma patente?

Espero que este artigo seja útil para você assim como foi prazeroso para mim compilar e organizar todas essas informações. Para acessar, baixa fazer o download clicando no link abaixo: 

Baixe nosso e-book completo!

Sobre o Autor

Daniel Eloi é sócio fundador da PRIS. Desde 2007 desenvolve pesquisas e lidera projetos e ministra cursos relacionados à valoração de tecnologias, apoio à gestão estratégia de Propriedade Intelectual, análise de investimento em projetos de grande porte e desenvolvimento de software. Graduado e mestre em Engenharia de Produção pela UFMG, aprimorou suas habilidades empreendedoras no Babson College e na Stanford University, nos EUA.



Gostaria de um tema específico?

Gosta de escrever?